Que a eternidade que esta dentro de nós,
dure para sempre,
que a vontade que esta dentro de nós, nunca se esgote!
que o desejo ardente, nunca se apague!
que a paixao que nos envolve,
seja causadora de inveja!
que seu sorriso em minha memoria,
jamais seja esquecido.
que esse sentimento, gostoso que tenho por voce.
seja por toda vida.
by choko
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
Everybody hurts
dy E quem nunca se sentiu assim? e quem nunca teve esses pensamentos?
Todo mundo sofre R.E.M.
Quando o dia é longo, e a noite
A noite é somente sua
Se você tem certeza [que] já teve o suficiente desta vida,
Bem, persista...
Não desista de si mesmo, pois todo mundo chora
E todo mundo sofre, às vezes...
Às vezes tudo está errado,
Nesse momento é hora de cantar junto.
Quando seu dia é noite, sozinho, (Agüente, agüente)
Se você tiver vontade de desistir (Agüente....)
Se você achar que teve demais desta vida,
Bem, persista...
Pois todo mundo sofre,
Consiga conforto em seus amigos.
Todo mundo sofre...
Não se resigne, oh, não!
Não se resigne
Se você sentir como se estivesse sozinho.
Não, não, não, você não está sozinho...
Se você está por conta própria nesta vida,
Os dias e noites são longos,
Quando você sentir [que] teve demais desta vida
Para persistir...
Bem, todo mundo sofre
Às vezes, todo mundo chora.
E todo mundo sofre
Às vezes...
Mas todo mundo sofre às vezes...
Então agüente, agüente, agüente, agüente,
agüente, agüente, agüente, agüente...
Todo mundo sofre...
Você não está sozinho...
sábado, 15 de janeiro de 2011
Historias que seus pais nao te contam, e você nao pergunta!
Historias que seus pais nao te contam, e você nao pergunta!
Marina ainda quando menina morava em uma casa cheia de gente, seus pais , alguns tios que nao sei ao certo o numero e os avós. Ela dormia no mesmo quarto que seus pais, ja que a casa era pequena haviam apenas, tres quartos, uma para os tios outro para ela e seus pais e um outro para seus avós.
Algumas noites, ela ouvia alguns barulhos vindo da cama dos pais, mas nao se importava dormia, aos fins de semana os mesmos barulhos vinham do quarto dos tios, os mais discretos eram seus avós, mas pela idade pode ser que naada acontecia mesmo.
Marina foi crescendo, e na escola seu comportamento nao era o mesmo das meninas de sua idade, ela sempre brincava com um algo a mais, em suas palavras de criança sempre havia um jogo de malicia, na brinquedoteca da escola ela sempre brincava com bonecas e sempre estavam deitados em uma cama se acariciando. Os professores nada faziam, os pais me casa nem ligavam quando viam a menina com suas bonequinhas, com toda aquela malicia pertencente aos adultos.
Entre os familiares ninguem se preocupava com essa formaçao da criança, que de passagem era a unica, criança da casa.
O tempo, foi passando a Marina foi crescendo, fazendo novas amizades, aos 13 anos o primeiro beijo na boca, que "sensação gostosa" ficou aquele gosto de quero mais. Ao falar com a mae, foi recebida estupidamente, quase apanhando na cara, nessa altura ja dormia sozinha em um quarto apenas seu, os tios ja estavam casados e fora de casa, mas a casa de madeira, ainda ouvia os barulhos, vindo do outro lado, e sabia identificar cada um deles.
Certo dia, perguntou a mae o que era um orgasmo. A mae se rubrou, pergunto onde a menina ouviu aquilo e ficou brava, disse pra ela parar de assistir programas de televisao noturno, nao respondeu, saiu da mesa. Em conversas com as colegas de escola o assunto voltou a tona, Aninha a mais velha das amigas, disse que era gostoso e que só o Marcos conseguia levar ela ao orgasmo, a Rute disse que nunca aconteceu com seu namorado mas um dia acharia alguem que a faria sentir algo assim, a Manuela, mais calma e serena, disse que nao queria sentir nada ainda, que estava se guardando para seu futuro marido que nao havia nem beijado na boca ainda e varios maninos queriam mas ela se manteria firme, sem vacilar. Marina queria ser descolada como Aninha, mas ao mesmo tempo nao queria ser falada na cidade, mas estava muito curiosa sobre o assunto, foi perguntada pelas meninas se ja havia sentido algum e para nao ficar para traz descreveu algo que ouviu seus pais fazendo os gritos e gemidos da mae, descreveu tudo com tanto realismo que algumas meninas queriam fazer como "ela".
Nao passou muito tempo, e Aninha contou a marcos os relatos que ouvia da colega, Marcos contou pro Bruno, que contou para Alfredo, que comentou com Leo, que disse para Pedrao que ele havia feito com Marina, Pedro falou para o Rodnei que depois do Leo foi ele quem pegou a Marina, em menos de tres dias todos os meninos do colegio ja sabiam que Leo oPedro e até o Otavio, haviam saido com a Marina.
Logo as meninas souberam tambem, não acreditavam nas estorias que ouviam, mas sabiam que a menina era fogo mesmo afinal foi para elas que aconteceu o relato do orgasmo.
O pai de Marina, trabalhava em uma metalurgica da cidade, quase todos trabalhavam lá, quem nao era funcionario de um laticinio ou da prefeitura era da metalurgica,um dia desses no refeitorio naquela conversa de homens um logo vem perguntando, ja estao sabendo da nova noticia da cidade? Os outros olham para ele, com o olhar intrigado e querendo saber da nova noticia, e o homem continua. _ Póis é gente, diz que tem uma menina no colegio do meu filho que esta fazendo barbaridade na cidade, transa tao bem como qualquer mulher adulta. Eu sou solteiro mesmo, vou pedir mais informaçoes para meu filho e ir atras dela. E saio rindo com um pedaço de pao na boca.
Aqueles que ficaram na mesa, riram tambem e começaram a discutir o asssunto, alguns diziam que a menina era mais uma desorientada, outros falavam que era semvergonhice mesmo, e alguns diziam que ela estava certa que se fossem mulher começariam, a vida sexual cedo tambem.
Mas logo sairam dali e foram pra ciesta, era de lei, todos os dias roncar um pouco após o almoço.
A conversa chegou até a sala dos professores, Dona, Alice que ja havia lecionado para Marina anos antes, disse_ Eu sabia que terminaria assim, até que demorou, aquele comportamento com as bonecas e com os amiginhos em sala de aula nao era normal eu sempre desonfiei. Clarisse que era nova na escola estava cursando o terceiro ano de psicologia interferiu na fala da colega. _ Mas sendo assim Alice, voce deveria ter comunicado aos pais, sobre esse tipo de comportamento para irem buscar uma soluçao. O professor Ailton de Ed fisica entrou no papo _ Em minhas aulas ela sempre se comportou como qualquer outra aluna, nunca notei nada de errado nela, mas agora irei ficar de olho. A Dora, outra professora de Ed Fisica entrou na conversa. _ Bem, a alguns anos passados ela, queria ficar sempre perto dos meninos, e nunca com as meninas, eu penso que temos que chamar os pais e conversar com eles.
Mas ninguem quiz ouvir o que Marina tinha a dizer, e todos os dias aparecia um outro menino que havia ficado com a menina que sem saber de nada havia virado a adolescente mais descolada da cidade. A sua fama estava cruzando fronteiras porque garotos de outra cidade ja estavam vindo a procura dela. "Maldita internet" até no orkut, ja havia comunidade para a garota e ela sem saber de nada, como pode ser tão ingenua.
Dias desses em um outro papo com as amigas, Rute pergunta e ai como anda seus orgasmos e Marina nao perdeu tempo, contou uma outra historia com, assessorios ouvidos de seus pais, deixando as amigas de bocas abertas e tudo se repetiu, a Aninha contou pro mateus que falou pro paulo que passou do pedro, que disse pro leo que contou pro gabriel e chegou no vinicius que disse que foi com ele.
Reuniao de pais, Dona, Alice convida a mae de Marina para um papo particular, explica o que esta acontecendo, pedi para a mae procurar um psicologo para a filha para orienta-la. A mae chega em casa bufando de raiva, bate em sua filha a cham de postituta de biscate, vadia e por ai vai, diz que vai apanhar novamente quando o pai chegar em casa, e realmente isso acontece, apanha do pai é espancada nao apenas fisicamente mas moralmente tambem. Depois o pai joga a culpa na mae, e a mae no pai. ficam os tres sem se falar e a revolta cresce dentro da menina, Logo vem os tios dizer que sabiam de tudo mas nao poderiam interferir na criaçao da menina e mais uma vez a garota nao é ouvida ninguem pede sua opiniao.
Marina, fica aluns dias sem ir a escola, alguns dias sem ser vista as amigas, vao em sua casa, mas ela nao quer ver ninguem.entao chega sabado, dia de festa na cidade, todos estariam la e os meninos de fora tambem. ela resolveu aceitar o convite da Rute os pais dela compraram um camarote mas nao iriam, Marina poderia ir e ficar no camarote sem ser incomodada por ninguem, o pai nao queria deixar ela ir, mas a mae deixou e assim ela foi, mas a raiva ainda a consumia, no caminho perguntou a Rute o que falavam dela na cidade e na escola, a amiga contou, ela disse que nao era nada daquilo que iria matar quem inventou as estorias dela, Rute perguntou se as estorias contadas por ela nao eram verdadeiras, entao ela se lembrou que nao, e contou para a amiga, de onde veio a inspiraçao que em toda sua vida havia beijado apenas um menino em uma festa e nunca mais, que ainda era virgem!
Rute riu de tudo e disse que agora nao adiantaria falar isso a ninguem porque o estrago ja estava feito, foram para a festa, la pelas altas horas, ja cansada estava indo pra casa sozinha ja que sua companheira estava com o namorado, alguem segurou em seu braço e puxou, antes que ela pudesse reagir, sentiu os labios dele nos dela tentou se livrar, mas um calor enorme tomou conto de seu corpo, se entregou ao beijo, fechou os olhos e devolveu o carinho.
Sairam dali e foram para o estacionamento, encostados em um carro ela deixou que o rapaz tirasse dela aquilo que haviam tirado sem que ela soubesse a muito tempo. Depois ela pensava apenas ja que estou falada, agora terão motivos para falarem.Não sentiu o tal orgasmos que descreveu para suas colegas, nao sentiu prazer algum, apenas deixou acontecer.
Os dias se passaram, semanas alguns meses depois veio os enjoos, nervosismo e enfim a constataçao. GRAVIDA.
by choko
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Meu jeito de te amar.
Meu Jeito de te Amar
eu amo vc por inteira,
cada centimentro de seu corpo,
cada gota de suor que sai de vc,
cada metro cubico de sua respiraçao
cada fio de cabelo que esta em sua cabeça
Seu jeito de olhar,
cada centimentro de seu corpo,
cada gota de suor que sai de vc,
cada metro cubico de sua respiraçao
cada fio de cabelo que esta em sua cabeça
Seu jeito de olhar,
os labios que nao me canso de beijar,
a fala que me faz delirar .
seu meigo jeito de me olhar!
a fala que me faz delirar .
seu meigo jeito de me olhar!
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Reveillon
Os fogos pipocavam no ar, o olhar dele, se perdia em um ponto qualquer da noite escura, os pensamentos era apenas um, era apenas nela, mas nao o que ela estaria fazendo naquele momento, mas sim o que eles fizeram por muitos anos naquele momento foram muitos anos vivendo juntos, em varios lugares visitados naquela data durante os anos juntos. As pessoas que conheceram, mas o que mais sentia falta, era o abraço dela, o cheiro dela o volume de seus cabelos em suas maos. o sabor do beijo molhado as palavras que sussurravam, desejando um bom inicio de ano. Mas ele continuava ali impavido parada na beira da estrada, olhando a noite escura sem destino apenas com esses pensamentos ligados a uma pessoa que foi muito proxima e agora estava distante, alguem que jurou um dia estar ao seu lado a vida toda, e agora nao podiam se aproximar.
Em algum lugar distante dali, ela estava olhando os fogos, observava a beleza dos jogos no ar as cores, ouvia as vozes das pessoas o cantarolar de outras as pessoas que se abraçavam logo sua cabeça voltava-se em pensamentos em momentos passados quando ele lhe fazia juras de amor naquele momento, dos toques de maos em seu corpo, o cheiro de seu perfume, os beijos que recebia em seu rosto, começando bela testa, olhos, e finalmente em sua boca, naquele momento levou sua mao até seus labios querendo reproduzir o toque de seu beijo, mas foi em vão nao mais sentiria aquele mesmo toque, nesse momento lagrimas desciam por seu rosto, amigos vieram abraça-la, alguns diziam que ela chorava levada pela emoçao de mais um ano estar começando, mas a verdade era apenas uma, ela sentia falta de alguem.
Ela olhou em seu relogio, ja inciava um novo ano, lagrimas desciam em seu rosto, procurava algum lugar para estacionar o carro, procurava um hotel um motel um posto de gasolina, luzes, mas nao havia nada alem da estrada escura a sua frente, musicas no ritmo de axé que ao contrario dela, ele detestava e esporadicamente cruzava, com um caminhao buzinando freneticamente pela estrada comemorando aquele ano que se iniciava.
Os amigos a levaram para o centro da pista, sabiam que ela gostava de dançar ela relutou, mas aceitou a proposta tentava se mover com e levesa de bailarina que um dia foi, mas nao conseguia, algo a segurava, nao importa o quão a musica tocava seu interior, havia algo mais forte que nao a deixava se mover. A medida que o tempo passava mais ele acelerava seu carro ela auto estrada, sabia que nao haveria beijos na chagada, mas queria chegar a algum lugar naquele instante. moveu o braço direito sobre o banco do acompanhante, pegou um bombom abriu e colocou na boca, seria sua ceia de ano novo.
Ela saiu da pista, foi até a mesa de frutas, escolheu um pessego, colocou na boca, nao sentia o gosto da fruta, mas o gosto da boca que desejava ter ao seu lado aquela noite. mais lagrimas desciam de seu rosto, lembrando-se de sua primeira noite de amor, quando ele colocou um pessego em sua boca em seguida beijando-a, mas sabia que nao teria aquele beijo.
Na estrada as lagrimas desciam mais forte de seus olhos, dexando a visao embasada por tras dos oculos, veio a lembrança do ultimo reveillon juntos na casa de amigos a beira de uma enorme piscina, onde após a contagem regressiva algumas pessoas se jogaram na piscina, e por acidente ele tambem foi para agua, perdeu suas lentes de contado e deste entao nunca mais usou, acabou sorrindo imaginando o incomodo que seria agora estar chorando com as lentes e dirigindo de alguma maneira teria que estacionar, foi quando percebeu ao longe uma placa em neon indicando um posto de gasolina, resoveu que era hora de parar.
As lagrimas se tornaram intensas, nos olhos delas, entao resolveu sair da danceteria, dirigiu-se até a area aberta onde estava vendo os fogos, estava ali sozinha, mais uma vez olhando o ceu negro sem estrelas e com ameças de chuva, nao havia pecebido que estava com o celular em suas maos, nao sabia onde e nem com quem ele estava naquela momento a longos sete meses não se viam e não se falavam, nao mais falou com ninguem da familia dele e ele tao pouco mostrou interesse em falar com ela..
Ele desceu do carro e intuitivamente pegou o celular que sempre deixava entre o banco e a porta do carro, em caso de assalto quando descesse do carro poderia leva-lo sem que o ladrao percebesse, assim tambem ficava sua carteira. Entrou na conveniencia vazia, apenas um funcionario no balcao e um outro no caixa, cumprimentou a ambos desejando um feliz ano novo, pediu uma chicara de chocolate e um pao de batata, sentou a mesa, enquanto comia, o celular ao lado da mesa, chamou sua atençao, Pensou e porque nao? apesar de nao se falarem não terem noticias um do outro esse tempo todo, nao haveria mal algum em ouvir sua voz novamente.
Ela pegou o celular abriu e deixou que seus dedos discassem aquele numero decorado, que durante muitos anos foram automaticos. Ele discou, na esperança de ouvir a sua voz.
Entao ouvia-se aquela voz. O numero chamado nao pode ser atendido, pode estar desligado ou temporariamente fora de serviço, por favor tente novamente mais tarde.
Mais uma vez provocou lagrimas entre os dois, ela imaginando que ele estava se divertindo com alguma outra mulher, ele pensando que ela estava comemorando em outros braços.
Os funcionarios do posto notaram sua trsiteza aumentarem ao volume da televisao que tambem estava em um show de axe, para espantar a tristeza dele, mas foi em vão, ele se levantou pagou sua conta e se colou na estrada mais uma vez.
Ela chamou uma de suas amigas e pediu para ser levada para casa, nao suportava mais ficar ali, aquele nao era mais um bom ambiente para ela, no trajeto para casa contou a sua amiga, tudo que passou em seus pensamentos naquela noite e como se sentia triste de nao estar ao lado do homem que tanto amou.
O celular dele vibrou , imaginou ser ela, nem olhou o numero, atendeu tentando esboçar felicidade, era apenas um amigo que deixou para traz, lhe desejando um bom inicio de ano, após terminar a ligaçao, seu coraçao entrsteceu novamente. Ela nao largava o celular um só instante, chegou em se apartamento, entrou olhou na secretaria eletronica, esperando ouvir ou ver um numero conhecido, havia sim varias ligaçoes mas nenhuma era a que ela esperava, foi para cama com o pijama que ele gostava de a ver vestida, pegou uma gota do perfume que ela havia deixado ali colocou em seu pulso, abraçou seu traveseiro e adormeceu.
Ele olhava no GPS de seu carro para conferir quantos km faltava para o destino final, e notava que havia muito a percorrer que chegaria apenas com o nascer do sol em seu destino final, pensava em pegar um desvio, parar em um hotel e seguir a viagem, apenas no dia seguinte, afinal ninguem o esperava mesmo, mas manteve-se na estrada, rumo a seu novo destino, que o deixaria mais longe ainda de seu grande e unico amor! Aquela que iria amar por toda a vida.
by choko
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
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