segunda-feira, 14 de maio de 2012
Minha mente quadrada
Minha mente quadrada
Dentro de minha mente quadrada,
Não tem hora não tem lugar,
De estar mais e mais perto de você.
terça-feira, 24 de abril de 2012
As onças
Esse causo aconteceu em
alguma cidadezinha do interior paulista não tão interior assim e não tão
cidadezinha assim, mas me foi passado e estou repassando a vocês meus amigos
vendendo o peixe como foi me vendido, sem acrescentar e nem tirar nenhuma vírgula.
Vamos á estória:
Um caminhoneiro
conhecido na cidade chegado em uma caninha de prima com limão, sempre batia
ponto no bar da bocha, viajava durante
semanas, mas quanto voltava antes mesmo de chegar em casa parava ali no
butequinho do careca pra tomar a sua branquinha com limão, e depois ir fazer um
chamego na nega veia, como ele mesmo a chamava. Sempre que por ali estava
contava suas historias e seus causos, que já eram conhecidíssimos pela cidade,
fazia a diversão de todos, deste as historias dos elefantes voadores em Manaus,
como se em Manaus na floresta amazônica existissem elefantes, até o homem que
virou lobisomem dentro da boleia de seu possante em uma carona no interior de
minas. Eram todas divertidas e algumas
se faziam virar verdadeiras.
Dessa vez, a estória é
outra conta que nosso amigo chegou todo empolgado no bar do careca, com alguns
arranhões pelo corpo, todos faziam a mesma pergunta, e ai você brigou? A
resposta sempre a mesma. _ Briguei com
uma onça a luta foi feia, estava parado fazendo um reparo no escapamento do
caminhão que se soltou escutei um miado e a malhada veio correndo, me pegou por
traz e me puxava pra dentro da mata, eu com uma chave de fendas nas mãos
tentava acertas golpes nela, mas não conseguia e nisso ela me mordendo, me
arranhando, até que vi uma pedra e dei nas ideias dela e ela fugiu pro mato
meio cambaleante, e fui atrás, para terminar o serviço. A onça na frente eu
atraz a onça correndo e eu mais ainda,
ela tentou subir em um tronco eu segurei pelo rabo e ela veio em cima de mim e
nos atracamos de novo.
Alguns perguntavam se
era grande, e ele dizia: _ Era enorme se lembram daquele cachorro que o Joaquim
Zoinho tinha, então era o dobro do tamanho a pata dela era duas vezes maior que
o pé do Pedrão do alho, gente a coisa foi feia,mas resumindo pra vocês porque a
nega veia disse pra voltar cedo, matar eu não consegui mas peguei três filhotes
dela pra mim, estão la no caminhão não
vou trazer aqui pra vocês verem porque,
estão cansados da viagem e a policia pode parar por aqui dai me complica mas
não esquenta não, assim que eles ficarem
bem, eu trago ou levo vocês em casa pra
ver.
E la se foi ele embora
pra ver a nega veia, em casa ele não contava nada daquilo, porque sabia que as
filhas não acreditariam, tao pouco a esposa,
em casa era outra pessoa calada e quietinha, sempre dormindo para se recuperar
da estrada.
A noitinha ele vendo
novela com a esposa e uns amigos chamam no portao ele sai e eram alguns
daqueles que estavam com ele no buteco do careca, e perguntam pelas onças, ele
todo sorridende diz que já estava escuro e elas dormem cedo, já estavam
escondidas no fundo do quintal que no dia seguinte ele mostraria, e já do
portao foram para o buteco mais próximo e todo arranhado asperguntas vieream e
dessa vez ele nem contava, os amigos chegavam contando e dizendo que os
filhotes estavam na casa dela que no dia
seguinte iria mostrar para todos da
cidade. Mas que era para manter segredo pois a policia ambiental poderia
aparecer e levar os filhotinhos embora.
No dia seguinte ele foi
levar o caminhão para uma revisão, como
sempre fazia depois de uma longa viagem, e todos ali na oficina já sabiam da
estória da onça e ele contava alguns detalhes todo empolgado fazendo todos rirem e já emendava outras
aventuras vividas que era lembrado por seus colegas e assim todos riam muito
com o bonachão.
Nesse interim de tempo,
a peregrinação até o portão de sua casa já estava irritando sua esposa e filhas
que não sabiam da tal estória da onça, mas a cada minuto alguém chegava perguntando
pelo “Pininho” e suas onças, mas elas
não sabiam nada sobre essas onças, até que um tio apareceu e contou a elas a
estória que estava solta pela cidade, inteirando as mulheres da casa de todo o
assunto. E fazendo elas rirem, mas disseram que não iriam compartilhar dessa
mentira que iriam desmascarar o bonachão.
Pinho chegou para o
almoço todo sorridente, a mesa servida às filhas e a esposa na mesa nada
comentaram da visita do irmão nem que sabiam da estória e a tarde correu
tranquilamente pós-almoço até a campainha tocar novamente e mais amigos
querendo ver os filhotinhos da onça. Ele ria de um lado e as mulheres riam de
outro querendo saber como ele sairia dessa enrolada, na noite passada era
porque era noite e agora que o sol estava brilhando la fora, a saída foi
convidar os amigos pra tomar mais uma no butequinho ali perto, e la estavam outros amigos que
queriam saber da saga das onças, já que na noite passada haviam comentado ali
no boteco e quem estava la queria ouvir e mais uma vez Pininho , conta com mais
detalhes ainda sobre a onça e como ficou com três filhotinhos de onça que
estavam no fundo de seu quintal.
Durante uma semana a
casa do Pininho foi ponto de peregrinação até o professor de biologia da cidade
organizou uma caravana com os alunos do terceiro ano do ensino médio para ver
as tais onças espécie da fauna brasileira. Mas ele sempre dava um jeito de não
deixar as pessoas se aproximarem de suas espécies exóticas.
Passada uma semana ele
se foi em mais uma longa viagem, e nem um comentário se fazia em, sua casa a respeito das tais onças, nem
as filhas nem a esposa comentavam com ele, mas já sabiam o que fazer para
afastar os curiosos. Não demorou muito para novos amigos aparecerem para ver as
onças, que todos sabiam que estavam ali, mas ninguém as via.
Ao chamarem no portão a
esposa foi receber os visitantes que estavam ávidos para verem as onças, então
ela disse para que eles esperassem ali mesmo no portão que iriam trazer as
oncinhas para todos verem, e acabar com a curiosidade da cidade. Chamou as
filhas e cada uma saiu com um saco nas mãos, ao abrirem os sacos tiraram lá de
dentro pequenas garrafas de pinga “oncinha” e falaram em meio a risos.
_ Aqui estão os únicos
filhotes de onças que meu pai consegue pegar.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Momento
quero voce, todinha!
sem casca nenhuma,
nua em pele
com a boca toda pra mim!!
com o seu sexo,
me desejando
me comendo
seu suor se misturando ao meu,
quero voce assim!!
by choko
quinta-feira, 29 de março de 2012
giz
Eles se amavam, estava no olhar, estava na pele, nao havia uma pessoa que convivesse com o casal que no notaria isso, ele mais recatado que ela mas sempre demonstrando e ela brilhando paixao perto ou longe dele.
Eles eram de mundos diferentes os pais dela, eram de formação universitaria, doutores e mestres no que faziam, queriam o mesmo para a filha sempre a colocaram nas melhores escolas até que chegara naquele curso universitario, os pais dele de origem humilde operarios que mal terminaram o ensino medio antigo colegial a mae era semi analfabeta, sabia escrever o nome e algumas poucas palavras, mas queriam que os filhos estudassem e se formassem, que fossem mais que os pais foram.
Se conheceram no primeiro ano do curso, ela foi apresentada a ele por um amigo em comum, logo rolou a antipatia de ambos, gostavam do mesmo estilo musical o mesmo estilo de roupas para eles nunca faltava assunto, nunca faltava nada, sempre procurava um jeito de estarem juntos nos trabalhos em grupos, os mesmo estagios, ou seja , mesmo sem estarem oficialmente juntos, estavam juntos.
O primeiro beijo, como foi!? Estavam estudando no laboratorio de anatomia outras pessoas por ali, mas eles nao se importavam, falavam alto riam, e se abraçavam trocavam olhares comprometedores, quem nao conhecia diria que ja namoravam que ja estavam juntos a anos, o tempo passou rapido naquela tarde, ele foi leva-la para casa onde morava com mais duas amigas, ficaram no portao algum tempo, completando um a musica que o outro começava, uma brincadeira que sempre faziam, ele cantarolou uma musica do "legiao urbana " Giz. ela nao soube continuar, então ele disse que lhe daria um cd para que ela apredense a letra e pudessem cantar juntos. Nesse momento aa maos se tocaram e nao se sabe quem mas se puxaram e ali nasceu o primeiro beijo. Momento especial para ambos pois as bocas nao queriam mais se distanciar os braços nao queriam mais se soltar. Desejavam apenas que aquele instante durasse perpetuamente.
Os dias passavam eles cada dia mais juntos fazendo tudo junto, ela frequentando a casa dele, sendo apresentada a familia e se divertindo com todos, ela esperando a hora propicia para apresenta-lo a sua familia ambos sabiam que viviam em universos distantes e compilcados.
Se amavam e niguem poderia tirar isso deles.
Tarde ensolarada de um verao, um calor que somente quem mora no oeste do estado de sao paulo sabe como é, estudavam anatomia para a prova da proxima semana, estavam bem a vontade, ele apenas de sunga e ela de shorts e top, até entao tudo normal apesar de se amar, haviam feito votos que castidade nao tocariam em seus corpos antes de se casarem, esse era o desejo de ambos. por volta das 16 horas soa a campainha da casa, ele se levanta a vai até aporta, uma mulher estava parada do lado de fora, com sacolas nas maos, ele pensando ser uma vendedora abriu a porta mas a mulher era a mae dela, que desespero de ambas as partes a mae gritando pela casa, a filha tentando consolar explicar o que nao poderia ser explicado pois mais nao pensa como os filhos, e por mais que se tente, nao ira conseguir, e ele tentando em vao achar explicaçao. foi posto para fora aos berros pela mae, depois logico de ter colocado suas roupas.
Ela nao apareceu na prova, nao apareceu na aula durante algumas semanas, ele passava na frente da casa,mas nao avistava, perguntava por ela as colegas de republica mas em vão, elas tambem nao sabiam onde ela estava.
Semanas depois com a saudades apertando o coraçao ele recebe um telefonema, era ela dizendo que nao poderiam mais se ver, que por mais que tentasse explicar a mae nao queria entender e nao deixava que o pai tambem entendesse, ela iria mudar de periodo que apartir da proxima semana, iria fazer o curso noturno que somente assim a mae a deixaria voltar para a faculdade, e que era para ele nao a procurar mais. Apesar de ser ela quem falasse isso, ele sabia que nao era real que nao o que ela queria dizer, mas nada poderia fazer. As semanas passavam, os dias voavam, a suadades batia no peito e queimava feito ferro em brasa. Em uma noite de saudades ele pegou seu violao, pegou o velho carro do pai emprestado seguiu até a casa dela, levou com ele algumas pedras de tijolo e pedaços de giz.
Cantou essa cançao, mas nao sem antes fazer varios coraçao com giz e tijolos de construçao, a vizinhança toda saiu para ver o rapaz apaixonado que cantava para sua amada, as luzes da casa se ascenderam e a porta se abriu e junto com a abertura da porta o sorriso nos labios do rapaz tambem.
mas nao foi a "bela" que saiu e sim sua mae, que sem deixar que houvesse uma explicaçao proferiu palavras amargas para aqueles coraçoes apaixonados. alguns vizinhos ainda em coro pediam para que aquela senhoranao atrapalhasse que deixasse ele cantar mais, mas ela nao queria mais saber de nada. e foi apagando as luzes sem deixar que sua filha saisse para fora para um ultimo olhar no jovem que a cortejava. Ficou apenas os desenhos no muro e na calçada e um sentimento de saudades e desejos que nao se realizariam jamais.
by choko
Eles eram de mundos diferentes os pais dela, eram de formação universitaria, doutores e mestres no que faziam, queriam o mesmo para a filha sempre a colocaram nas melhores escolas até que chegara naquele curso universitario, os pais dele de origem humilde operarios que mal terminaram o ensino medio antigo colegial a mae era semi analfabeta, sabia escrever o nome e algumas poucas palavras, mas queriam que os filhos estudassem e se formassem, que fossem mais que os pais foram.
Se conheceram no primeiro ano do curso, ela foi apresentada a ele por um amigo em comum, logo rolou a antipatia de ambos, gostavam do mesmo estilo musical o mesmo estilo de roupas para eles nunca faltava assunto, nunca faltava nada, sempre procurava um jeito de estarem juntos nos trabalhos em grupos, os mesmo estagios, ou seja , mesmo sem estarem oficialmente juntos, estavam juntos.
O primeiro beijo, como foi!? Estavam estudando no laboratorio de anatomia outras pessoas por ali, mas eles nao se importavam, falavam alto riam, e se abraçavam trocavam olhares comprometedores, quem nao conhecia diria que ja namoravam que ja estavam juntos a anos, o tempo passou rapido naquela tarde, ele foi leva-la para casa onde morava com mais duas amigas, ficaram no portao algum tempo, completando um a musica que o outro começava, uma brincadeira que sempre faziam, ele cantarolou uma musica do "legiao urbana " Giz. ela nao soube continuar, então ele disse que lhe daria um cd para que ela apredense a letra e pudessem cantar juntos. Nesse momento aa maos se tocaram e nao se sabe quem mas se puxaram e ali nasceu o primeiro beijo. Momento especial para ambos pois as bocas nao queriam mais se distanciar os braços nao queriam mais se soltar. Desejavam apenas que aquele instante durasse perpetuamente.
Os dias passavam eles cada dia mais juntos fazendo tudo junto, ela frequentando a casa dele, sendo apresentada a familia e se divertindo com todos, ela esperando a hora propicia para apresenta-lo a sua familia ambos sabiam que viviam em universos distantes e compilcados.
Se amavam e niguem poderia tirar isso deles.
Tarde ensolarada de um verao, um calor que somente quem mora no oeste do estado de sao paulo sabe como é, estudavam anatomia para a prova da proxima semana, estavam bem a vontade, ele apenas de sunga e ela de shorts e top, até entao tudo normal apesar de se amar, haviam feito votos que castidade nao tocariam em seus corpos antes de se casarem, esse era o desejo de ambos. por volta das 16 horas soa a campainha da casa, ele se levanta a vai até aporta, uma mulher estava parada do lado de fora, com sacolas nas maos, ele pensando ser uma vendedora abriu a porta mas a mulher era a mae dela, que desespero de ambas as partes a mae gritando pela casa, a filha tentando consolar explicar o que nao poderia ser explicado pois mais nao pensa como os filhos, e por mais que se tente, nao ira conseguir, e ele tentando em vao achar explicaçao. foi posto para fora aos berros pela mae, depois logico de ter colocado suas roupas.
Ela nao apareceu na prova, nao apareceu na aula durante algumas semanas, ele passava na frente da casa,mas nao avistava, perguntava por ela as colegas de republica mas em vão, elas tambem nao sabiam onde ela estava.
Semanas depois com a saudades apertando o coraçao ele recebe um telefonema, era ela dizendo que nao poderiam mais se ver, que por mais que tentasse explicar a mae nao queria entender e nao deixava que o pai tambem entendesse, ela iria mudar de periodo que apartir da proxima semana, iria fazer o curso noturno que somente assim a mae a deixaria voltar para a faculdade, e que era para ele nao a procurar mais. Apesar de ser ela quem falasse isso, ele sabia que nao era real que nao o que ela queria dizer, mas nada poderia fazer. As semanas passavam, os dias voavam, a suadades batia no peito e queimava feito ferro em brasa. Em uma noite de saudades ele pegou seu violao, pegou o velho carro do pai emprestado seguiu até a casa dela, levou com ele algumas pedras de tijolo e pedaços de giz.
Cantou essa cançao, mas nao sem antes fazer varios coraçao com giz e tijolos de construçao, a vizinhança toda saiu para ver o rapaz apaixonado que cantava para sua amada, as luzes da casa se ascenderam e a porta se abriu e junto com a abertura da porta o sorriso nos labios do rapaz tambem.
mas nao foi a "bela" que saiu e sim sua mae, que sem deixar que houvesse uma explicaçao proferiu palavras amargas para aqueles coraçoes apaixonados. alguns vizinhos ainda em coro pediam para que aquela senhoranao atrapalhasse que deixasse ele cantar mais, mas ela nao queria mais saber de nada. e foi apagando as luzes sem deixar que sua filha saisse para fora para um ultimo olhar no jovem que a cortejava. Ficou apenas os desenhos no muro e na calçada e um sentimento de saudades e desejos que nao se realizariam jamais.
by choko
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Silencio
O SILENCIO AFASTA E APROXIMA,
O SILENCIO É SIM E NAO.
O SILENCIO CURA
.
O SILENCIO MACHUCA,
O SILENCIO DOE, EM CERTOS MOMENTOS
E AMENIZA EM OUTROS.
O SILENCIO PROVOCA LAGRIMAS!
O SILENCIO MUDA VIDAS.
BY CHOKO
O SILENCIO É SIM E NAO.
O SILENCIO CURA
.
O SILENCIO MACHUCA,
O SILENCIO DOE, EM CERTOS MOMENTOS
E AMENIZA EM OUTROS.
O SILENCIO PROVOCA LAGRIMAS!
O SILENCIO MUDA VIDAS.
BY CHOKO
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Misturas
Penso que bom mesmo, é um pouco de cada ,nao existe alguem que seja cem por cento romantismo, como nos livros de conto de fadas:
e tambem nao existe, o cem por cento tesao como nos filmes de sacanagens!
É quando os corpos se encontram, o desejo ja esta a flor da pele e os olhos, despejam o amor um para o outro.
quando se entrega, é de ter arrepios!
de ficar sem folego, os beijos pegam fogo as maos se perdem!
o chao foge de vc, e o tempo para, para os amantes;
by choko
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Inexplicavel
muitas palavras, poderiam traduzir o inexplicavel,
seriam necessarios horas para dizer tudo,
o olhar nesse momento é a melhor resposta.
para os corpos que se desejam, para os braços
que se abraçam, para as bocas que se tocam.
o desejo que se valoriza, a pele que se arrepia,
tudo que podemos que pensamos que desejamos.
em um instante se transforma, sem forma, sem linha,
apenas se alinha em sentimentos, em desejo
em mim e em voce.
by choko
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