quarta-feira, 24 de abril de 2013

Anaurilandia final

  

  Depois de alguns comerem, e outros não, diga-se eu, fomos para onde iriamos dormir, ao menos tentariamos ir, uma das meninas que ficou na mesa paquerando os musicos, convidou o guitarrista para dar uma voltinha, "se é que voces me entendem". Lógico que ele aceitou, nos estavamos sendo guiados por uma figura da cidade, alguns diziam que era um ex homossexual, mas que as vezes havia uma recaida, ele nos alertou que aquela garota, era amante de um senhor muito poderoso na cidade que já havia mandado matar alguns que se engraçaram com a garota.
    Não pensei duas vezes, fui correndo atraz dos dois, mas nao sabia para onde eles haviam se enfiado, percorremos algumas ruas da pequena cidade, até chegarmos a um lugar feio, sem asfalta com casas tortas, e avistei meu amigono chamego coma loira na porta de uma das casas, mal deu tempo de sair do carro e ja fui arrastando ela para dentro do carro, apenas depois lhe dando explicaçoes, logo que soube do que ficamos sabendo só faltou me beijar, mas deixa isso pra lá.
    Seguimos para o prometido hotel, que hotel, na cidade nao havia hotel, mais uma vez enganados, dormimos todos em colchonetes na academia de ginastica que ja citei nos capitulos anteriores, alguns da cidade descobriram que dormiamos por ali e passaram o restante da noite, gritando e atirando coisas em cima do telhado, tentando de certa forma nos amedrontar, mas o sono e cassaço era tamanho que nao demorou muito para pegarmos no sono e nao ouvir mais nada.
    Levantamos ja era quase meio dia, ficamos sabendo apenas quando fomos almoçar que a dupla sertaneja havia vindo embora de madrugada mesmo após o show e a banda ficou para traz, mal sabiamos como iriamos voltar para casa, essa situaçao começou a gerar um pouco de medo em alguns de nós, almoçamos e descobrimos atraves do nosso guia que havia um carro a nossa disposiçao dessa vez era um gol e nao uma c10, mas que nem todos poderiam ir embora, eramos em seis e apenas 4 poderiam, ir no carro, dois ficariam, como eu trabalhava e tambem estava na facul retornei naquele dia junto com o guitarrista e o vocalista, ficando para traz o baixista e o tecladista, esse ultimo se encontra naquela cidade até hoje, encontrou uma garota e se casou por la, o vocalista voltou para machado quase um mes depois, tambem se envolveu com uma mulher na cidade e queria ficar por la, ,mas hoje ele esta vivendo em Portugal. O dinheiro prometido pelo show até hoje não vi, o que ficou dessa epopéia, foi apenas as memorias e lembranças que garanto a voces, nao quero viver jamais.

by Alexandre choko

terça-feira, 16 de abril de 2013

Anaurilandia part II

   



     Deixamos o clube e fomos para o local do show, chegamos ao centro  o da cidade, todos ja com fome novamente, mas ainda com a anciedade de ver palco. Havia um caminhao todo sujo com grãos de milhos encostado em um dos lados da avenida, com algumas caixas de som em cima.
    O pensamento naquele momento foi unanime, aquele era apenas o caminhão que estaria carregando as caixas de som., mais um engano aquele sereia nosso palco. Para quem, entende de som, os PA, eram com algumas caixas de som fabricadas no fundo do quintal com medios, graves e agudos todos em apenas uma caixa, os retornos eram caixas de som, de vitrolas algumas ainda com o simbola da sonata. cabos eram pedaços de fios de energia, a iluminaçao, lampadas caseiras, pintadas com tinta guaxe, em varias cores, dentro de latas de leite em pó tambem pintadas e com pastilhas, destas que se usa em enfeites natalinos, para que as lampadas ficassem piscando.
    Após montarmos o palco, fomos até uma academia de ginastica onde tomariamos banho e comeriamos alguma coisa, comer ? Vixe a noite seria longa. Tomamos um banho rapido já que havia apenas um chuveiro para oito pessoas, nos trocamos e voltamos para o palco improvisado, onde já se aglomeravam varias pessoas a espera do show. Antes de tocar-mos apresentaram-se algumas mulheres dançando mas nem vimos, e aquelas duplas a qual recusamos de tocar juntos. Emfim, hora de subir ao palco e mostrar para o que viemos, tocamos todo o nosso repertório deste mamonas assassinas que estava fincando na moda até pearl jam, titãs, dire streets, entre outros e em seguida subiu ao palco a dupla sertaneja, Luiz Fernando e Fabiano a dupla que acompanhavamos regularmente, tocando seus sucessos e alguns sucessos de outras duplas do momento, até tocarmos com a dupla da cidade e isso durou algumas horas, tocamos das nove da noite até por volta das duas da manha, sem que ninguem fosse embora. Terminamos o show, todos azuis de fome e sede, havia apenas uma unica lanchonete aberta naquele momento e seria onde iriamos jantar, segundo o contratante, desmontamos nossos equipamentos descemos do palco e fomos cercados por uma multidão, pedindo autografo, pedindo para tirar fotos, pronto haviamos virados POPSTAR.
    Com muito custo conseguimos chegar a lanchonete e fazer nossos pedidos, o guitarrista estava carregando um violao e uma guitarra, como gostavamos de  musica começamos a tocar ali na mesa do buteco mesmo, algumas musicas que nao eram de nosso repertório mas gostavamos, e novamente foi se aglomerando pessoas em volta, e começaram os pedidos de musicas vinde de todos os lados, algumas eram tocadas outras nao por nao sabermos mas todos se divertiam, até que nosso jantar chegou, fomos comer, mas no momento que paramos de tocar para comermos, um sujeito muito alto, barbudo e com sotaque castelhano, se aproximou e retitrou uma faca conhecida como peixeira, da cinta e olhando para nós disse: _     Na minha terra só se para de tocar quando eu mando.
    Aquele momento, algo gelido me subiu pelas costas, nao sentia minhas pernas a vóz nao saia aff, que sensaçao horrivel nunca mais queremos passar por isso. Mss continuamos a tocar até que ele vendo nosso jantar sobre a mesa, nos deixou comer. Mas como disgraça pouca é bobagem, nao chegou pratos para todos e eu fui um dos que ficou sem comer.
    Olhando para um relogio ali por perto, notei que ja se aproximava das tres e meia da manha, e como esta ficando tarde eu continuou depois, porque ainda tem muita coisa para comtar a voces.

by Alexandre choko

domingo, 7 de abril de 2013

ANAURILANDIA PARTE l






    Mais uma das minhas lembranças musicais, irei voltar muito ao tempo agora, a quase vinte anos atraz, para ser exato ao ano de 1993.
    Nessa epoca, tocava em uma banda chamada fixação, nao eramos muito bons no que faziamos, mas gostavamos de tocar e fazer muito barulho o carro chefe da banda eram as musicas grungs, nirvana, greenday e pearl jamp, escutavamos essas bandas todos os dias o dia todo e a noite nos reuniamos para tocar os sons.
    Em Alvares Machado, havia um festival de musica, chamado festival do cantor, ao qual era promovido pela E.E. Angelica de Oliveira e nós como alunos e ex alunos, sempre eramos convidados a tocar a acompanhar os alunos da escola que iriam participar do festival, ao mesmo tempo alguns de nós eramos professores de uma escola de musica da cidade onde ensaiavamos com os concorrentes do tal festival.
    Um dos concorrentes do festival, formava uma dupla sertaneja com o seu irmão e ja haviam alguns contatos para tocarem em algumas cidades da região e nos convidaram, para ser a banda de apoio deles, embora nao tocassemos nem escutassemos sertanejo aceitamos, afinal entraria uma grana que ajudaria muito.
    Depois de tocar em algumas cidades vizinhas e quermeses em nossa cidades, fomos abordados por uma pessoa vinda de Anaurilandia MS, se dizendo um empresario da cidade e que queria contratar a dupla sertaneja e a banda para tocarem em uma festividade da cidade, nos prometeu que nos enviaria um onibus para que a banda e todo o equipamento fosse transportados que iriamos ser hospedados em um hotel a beira do rio o o mais importante o pagamento seria otimo para todos.
    Ensaiamos musicas novas, ficamos euforicos, planejamos figurinos mudamos horarios de ensaios e deixamos de comparecer a  compromissos familiares em funçao desse viagem.
    Dia combinado, em horario combinado, nos reunimos todos nas depencias da escola de musica, anciosos para a viagem, contando historias e istorias, fazendo piadas e rindo de tudo, algum tempo depois nada do tal onibus chegar, ligavamos para o telefone de contato do senhor empresario e ninguem atendia, mesmo assim ficamos ali esperando, chegamos a montar nossos instrumentos e fazer um som, tirando musicas para o show noturno, e nada desse onibus chegar, ja se aproximava o horario de almoço, iriamos ter  que voltar para casa e almoçar, entao ouvimos uma buzina, saimos e vimos uma caminhoneta uma  C10, isso mesmo  uma C10, nao sei o ano para informar aos leitores, haviam dois rapazes dentro do carro e perguntaram se eramos nos quem iriamos para Anaurilandia, dissemos que sim, mas que iriamos apenas com o onibus eles responderam que o onibus havia quebrado no caminho para Machado e que no caminho iriamos ser recambiados para o onibus, que eles haviam, deixado o mecanico arrumando o onibus e que quando chegassemos la o onibus ja estaria concertado.
    Arrumamos nossas malas e equipamentos parte na carroceria da C10 e parte no teto, dois um foi dentro da gabine e o restante inclusive eu, no espaço restante da carroceria. Assim se deu inicio a epopeia, saimos de machado por volta das duas da tarde,  por volta das tres e meia, estavamos atravessando a pointe para Mato Grosso do Sul, na cidade de bataguassu paramos para um lanche e perguntamos sobre o onibus, um dos rapazes nos disse que ja estavamos proximos mais alguns km, e assim retornamos nosso caminho, pé na estrada, as cinco da tarde, estavamos em  Anaurilandia, onibus? cade o onibus, mentira apenas mais uma da serie de mentiras que caimos.
    Chegamos na cidade, chatiados emburrados e cansados, esfomeados,querendo voltar para machado. O tal empresario foi nos receber, explicou que preciso guinchar o onibus e que havia quebrado pelo caminho, depois descobrimos que esse onibus nunca saiu da cidade. Queriamos ver onde iriamos tocar, mas fomos levados para uma salão onde haviam algumas pessoas com violoes, ficamos sabendo que eram duplas sertanejas da cidade e que haveria um festival naquela noite e que iriamos acompanha-los. Iriamos acompanha-los? não mesmo, nos negamos pois nao estava no contrato que ja havia se quebrado com a não ida do onibus, Depois de muita conversa decidimos que iriamos tocar apenas com uma dupla e nada mais.          Ensaiamos a musica com a dupla e pronto fomos conhecer o local do show, melhor seria nao termos ido até a cidade.

O restante conto depois...

by Alexandre Choko

sexta-feira, 5 de abril de 2013

FELIZ






Não preciso abraçar o mundo, 
apenas abraçar voce.
Não preciso mudar o mundo,
preciso me mudar para voce.
Nao vou te esquecer, 
há guardo nas gavetas da memoria,
onde posso reencontra-la sempre,
e sempre e sempre.
Não preciso ser feliz,
preciso ser voce.
ser voce é ser feliz,
sou feliz , tendo voce.

by Alexandre Choko

quarta-feira, 27 de março de 2013

Toca Raul

    


    Aproveitando um desentendimento acontecido no facebook essa semana, irei postar mais uma aventura musical, que gerou algum falatorio.
    Esse epsodio é bem recente, aconteceu no ano de 2010, umas das ultimas apresentaçoes que fiz coma Banda Sinapse em Presidente Prudente. 
Já estavamos tocando a algumas horas, o astral estava muito bom aquele dia a galera cantando todas as musicas, junto com a banda, entre nós era apenas risadas, riamos de tudo e conversavamos sobre tudo, a galera pedindo musica e nos tocando, a toda hora chegando os  torpedinhos pedindo musicas e tambem elogiando a banda.
    Em um determinado momento chegou um torpedinho pedindo um musica do Raul Seixas, quem é do ramo, sabe que Raul, é o mais pedido em todos os butecos da vida, mas emfim, chegou o pedido nos ja haviamos tocado a unica musica do Raul que estava no repertorio,  sendo assim resolvemos nao toca-la e continuamos com  a apresentaçao, como disse o ambiente estava otimo e riamos de tudo.
Alguns minutos depois, novo pedido para Raul, para nao ser chato e demostrar indiferença, falei ao microfone que estavamos guardando todos os pedido e aquelas musicas que nao tocassemos naquela noite com certeza, iriamos tocar em uma proxima apresentaçao, para nao tocar a musica de qualquer jeito, e ficar muito feio.
     Mas pelo andar da carruagem e o trote da mula, as pedintes nao entenderam a situaçao, depois de alguns minutos foram até a beirada do palco e falaram algo parecido com isso. " Iremos reclamar com o gerente que voces nao tocam nossos pedidos e ficam rindo de nós por sermos homossexuais".
Continuamos com nossa apresentaçao afinal tocavamos fazendo apenas um intervalo e esse ja havia passado. Ao termino da noite por volta das quatro da manha, arrumando os equipamentos para voltar para o bercinho, o gerente do local veio coversar conosco, dizendo o que as "mulheres" haviam falado a ele, e nos explicamos a situaçao a ele que compreeendeu e dsisse para nao nos preocuparmos, e assim foi, continuamos tocando no recinto por mais alguns meses, até que a banda se desfez por outros motivos que nao irei revelar.
    Tempos depois, ficamos sabendo que as "mulheres" tocavam em uma banda diga-se de passagem uma banda ridicula, desafinada e sem qualidade, em Alvares Machado existe uma festa realizada no aniversario da cidade, em que é aberto espaço para as bandas locais tocarem, pois foi la que fiquei sabendo da banda das gurias, um sertanejo tosco com vozes e violoes desafinados apenas o baterista que demonstrava um grande desenvolto com as baquetas o restante eram piores que amadores. 
Essa semana que se passou, uma delas me pediu para adicionar no facebook e como cavalheiro que sou recusei.

by Alexandre choko

terça-feira, 19 de março de 2013

Madrugada fria de 98 ou 99


    Durante o almoço de hoje, escutando uma musica no radio, me lembrei de um fato ocorrido em 1998 ou 1999, era uma madrugada fria de Presidente Prudente e tocavamos em um barzinho la no jardim bongiovani, na epoca era o point da cidade, galera descolada, cheia da grana frequentava o local, a banda em que eu tocava era a banda do momento e a banda da casa, com direito a tres noites por semana.
    Estavamos nos tocando os sucessos do momento, e algumas coisas dos anos oitenta, atendendo a pedidos do publico, quem se encarregava de pegar os pedidos de musica cindo do publico era eu, apesar de baterista da banda, eu fazia as vezes de secretario da banda, não apenas para pegar os bilhetes, mas tambem para fechar negocios.
Em um dos bilhetes havia algo mais ou menos assim, " hoje é meu aniversario, toque a musica do Chico Cesar por favor." e um rabisco como assinatura que era inelegivel.
    Passei o bilhete par ao vocalista e duas musicas depois, pedimos para todos os aniversariantes da noite ou da semana se identificarem e tocamos um parabens a voce, logo em seguida, tocamos a musica do Chico Cesar e oferecemos para a tal aniversariante, isso sem saber se era homem ou mulher.
Tocamos mais uma ou duas musicas e  chegou outro bilhete dizendo assim, " muito obrigado pela musica, adoraria ouvir voce cantando ela la em casa só para mim em meu ouvido".
    Já estavamos acostumados com certos tipos de cantadas vindo do publico, as vezes até mesmo os amigos zuavam com  banda fingindo ser alguma fã mais enlouquecida e tudo era motivo de risos para nós. E continuamos com a apresentação, sem dar muita atenção para o bilhete, lá pelas tantas da noite nos chega outro bilhete, " muito obrigada, gostei da banda e principalmente do vocalista, vai la em casa depois cantar parabens para mim" Agora com assinatura legivel e o endereço, guardei aquele  bilhete para mostrar a galera depois da noite, mas percebi, nao somente eu mas todos do palco uma linda senhorita, olhando fixamente, para o nosso vocalista, e dando xauzinho para ele, logo imaginei ser ela a autora dos bilhetes e tambem do convite, logo tive a certeza, pois algumas amigas que estavam junto dela, cantavam parabens para voce.
    Ja fora do palco, desmontando o palco e conversando sobre a noite, falei do ultimo bilhete, todos olharam, alguns nem ligaram mas o vocalista se interessou, e me convidou a ir com ela no tal endereço, la do outro lado da cidade no Jardim São Mateus. Deixei a meia lua de fora das bags e fui seguindo ele pelas ruas da cidade, chegamos ao endereço mencionado, ele com o violao na mao e eu com a meia lua, notamos que nao haviam luzes assesas na casa, ou ela não havia chego ou a estava dormindo. Primeiro ele cantou parabens a você, em seguida tocava a musica do Chico Cesar, foi quando as luzes se ascenderam, nos empolgamos com a situação, a porta se abriu e surgiu um sujeito normal, nao era nem alto em baixo, nem gordo nem magro, sem barba e sem bigode, nos olhou e perguntou. _ E ai ? O que foi ?
    No bilhete, havia o nome de Lucieni, mas logico com a esperteza voraz o vocalista disse,
_  Caramba acho que errei de casa veio, aqui nao é a casa da Lurdinha ? Ela esta fazendo aniversario hoje, mas deve ser no quarteirão de baixo, vambora Choko.
    O cara disse: _ Ou perai  voces dois, tive uma ideia ja que voces, estão aqui irao me ajudar, hoje tambem é aniversario de minha esposa e ela saio com as amigas, porque eu esqueci a data, acabou de chegar e esta tomando banho para ir dormir, porque voces dois nao entram e cantam para ela e eu digo que contratei voces para fazerem essa surpresa.
    Não tivemos outra saida a nao ser, sair daquele vento frio cortante e entrar na casa do sujeito, esperar a mulher sair do banho, a cara dela ao nos ver sentados na sala rindo com o marido foi algo sem descrição, nao tem como escrever, e realmente era a loira do bar, cantamos parabens a voce e a musica do Chico Cesar, não foi como ela queria bem no ouvidinho, mas foi na sala da casa dela, tomamos uma cerveja com o casal e fomos embora, rindo muito, e eu inventei de seguir  o vocalista e acabei me perdendo junto com ele no bairro, nao encontravamos a saida.
    E assim foi aquela madrugada fria, de 98 ou 99.

by Alexandre choko




sexta-feira, 15 de março de 2013

Meia lua




Discreta com um sorriso do lado,
ela surge ao longe, querendo nao ser
percebido!
timida embassada, encoberta,
roubando os poucos raios que o astro rei,
possa mandar.
de leve, devagarinho,
vai subindo e ganhando os olhares.
vejo até uma miragem, ou seria real,
uma borboleta ao seu redor,
nao impossivel.
apenas uma visao do lindo.

by alexandre choko