segunda-feira, 29 de novembro de 2010

NADA

Algo que foi escrito a mais de quinze anos, ainda quando estava na faculdade, achei hoje e posto para voces.
NADA


HA.....
Eu tenho, tantas coisas para dizer.
Uma delas é que eu gosto de voce!
Voce já sabe.
Deu para perceber!
Eu quero passar meus dias com 
voce.
Sei. que posso fazer voce feliz.
Mas a distância que nos separa
me faz infeliz.
Nossos gostos, 
nossos pensamentos
sao iguais!
Minha vida e sua se confluem!
Nós temos muitas coisas em 
comum.
E ao mesmo tempo!
Nada!!


by choko

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

voce bebe? pode um dia terminar assim!!

video
E isso nao seria nada bom.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Meus atrasos

Posso demorar,
posso  me atrasar,
mas algo que nunca irie deixar 
será deixar de voce amar.



by choko

sábado, 13 de novembro de 2010

Pudim




Por Marta Medeiros 
Não há nada que me deixe mais frustrada 
do que pedir Pudim de sobremesa, 
contar os minutos até ele chegar 
e aí ver o garçom colocar na minha frente 
um pedacinho minúsculo do meu pudim preferido. 
Um só. 
Quanto mais sofisticado o restaurante, 
menor a porção da sobremesa. 
Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, 
comprar um pudim bem cremoso 
e saborear em casa com direito a repetir quantas 
vezes a gente quiser, 
sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.. 
O PUDIM é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano. 
A vida anda cheia de meias porções, 
de prazeres meia-boca, 
de aventuras pela metade. 
A gente sai pra jantar, mas come pouco. 
Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons. 
Conquista a chamada liberdade sexual, 
mas tem que fingir que é difícil 
(a imensa maioria das mulheres 
continua com pavor de ser rotulada de 'fácil'). 
Adora tomar um banho demorado, 
mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta. 
Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo, 
mas tem medo de fazer papel ridículo. 
Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, 
esparramada no sofá, 
mas se obriga a ir malhar. 
E por aí vai. 
Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar', 
tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação... 
Aí a vida vai ficando sem tempero, 
politicamente correta 
e existencialmente sem-graça, 
enquanto a gente vai ficando melancolicamente 
sem tesão..... 
Às vezes dá vontade de fazer tudo 'errado'. 
Deixar de lado a régua, 
o compasso, 
a bússola, 
a balança 
e os 10 mandamentos. 
Ser ridícula, inadequada, incoerente 
e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito. 
Recusar prazeres incompletos e meias porções. 
Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou 
e disse uma frase mais ou menos assim: 
'Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora'.. 
Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, 
podemos (devemos?) desejar 
vários pedaços de pudim, 
bombons de muitos sabores, 
vários beijos bem dados, 
a água batendo sem pressa no corpo, 
o coração saciado. 
Um dia a gente cria juízo. 
Um dia. 
Não tem que ser agora. 
Por isso, garçom, por favor, me traga: 
um pudim inteiro 
um sofá pra eu ver 10 episódios do 'Law and Order', 
uma caixa de trufas bem macias 
e o Malvino Salvador, nu, embrulhado pra presente. 
OK? 
Não necessariamente nessa ordem. 
Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago . . .
   


Não sou o dono desse texto, mas gostei da tematica e posto para os amigos.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Sozinha

Ela saiu de casa decidida, aquela noite seria especial, a algum tempo já frequentava aquele local, conhecia todos e alguem ali, chamava sua atençao mas que qualquer coisa. 
Quem é ela?
Uma jovem e linda mulher, recem saida de um relacionamento, a alguns anos sozinha, sem ninguem e naquela noite se decidiu,  quem era ele?
Apenas um dos funcionarios daquele bar onde ela frequentava a alguns meses, geralmente ela ia na quinta feira, naquela semana decidiu ir na sexta, mesmo sabendo que estaria lotada, talves nem conseguisse mesa para se sentar dentro, correria o risco de ficar na calçada, mas nao se importou e foi assim mesmo. O primeiro a receber foi "ele", todo de preto, alto cabelo bem penteado, sorriso aberto, ela nunca havia esperimentado aqueles braços, mas dizia a si mesmo que nao passaria daquela noite. Ela tambem linda, loira olhos azuis, pernas torneadas, cabelos lisos, maos bem feitas unhas impecaveis, linda. 
Por onde ela passava o seu perfume ficava no ar, chamando atençao de quem o sentia. todos se viravam para saber quem exala-va tao gostosa fragancia.
Chegou em uma boa hora,  o bara inda estava se enchendo achou um lugar dentro, fez o pedido de sempre e ficou de papo com um dos graçons, que por sua vez ficou ali cantando ela, elogiando e querendo algo mais que uma bela gorgeta. As horas foram passando o garçon por ali mas nao era por ele que ela estava ali, sim por outra pessoas que circulava pelo bar observando se tudo estava bem recebendo os clientes, sim erao gerente quem chamava tanto atençao dessa linda mulher. Durante todo o tempo que ela esteve ali nao parou de olha-lo e ele por sua vez notava os olhos a viagiar, mas nada poderia ser feito.
Algumas horas depois, ele se aproximou da mesa dela a pegou de surpresa olhando algo no telao, se assustou ao virar o olhar e ve-o ali na sua frente, era essa chance que ela esperava, mas sua boca ficou seca as palavras sumiram e a unica coisa que pode falar foi _ Sim, esta muito boa a noite hoje! em resposta ao comentario dele sobre a noite. Depois disso ficou calada sem dizer mais nada, ele se retirou mais uma vez.
O garçon, voltou e fico por ali mandando algumas cantadas baratas e repetidas, ela vingia ouvir mas estava se mordendo a oportunidade bateu a porta e ela nao abriu.Já de saco cheio resolveu ir embora, pediu a conta ao graçon, enquanto esperava, ele se aproximou novamente, ela sentiu seus mos molharem, e pensou de agora nao pode passar, ele ficou em pé na sua frente estendeu sua mao ela aceitou sentindo aquela mao forte segurando a sua pequena e delicada todos os seus sentidos se misturavam,  o som da musica sumiu as luzes da pista de dança desapareceram ela apenas ouvia a voz dele e apenas o via em sua frente o mundo havia desaparecido para ela, até sentir  algo em suas costas, novamente era o garçon com seu troco, assim o mundo voltou ao normal. 
O gerente  acompanhou até a saida, ali parados na porta ela olhou para ele e disse _ Voce poderia passar a em casa uma hora dessas! ou hoje mesmo.
Sem entender nada, ele nao respondeu e ela se afastou. deu alguns passos e voltou, olhou para ele novamente, e disse, _ Deixa pra lá, esqueçe o que te falei. 
Seguiu para  onde havia estacionado seu carro e tristemente foi para casa.
Chegou em casa falando alto, seria mais uma noite de solidao. Não se deu por vencida, sabia que em sua bolsa, em algum lugar havia um cartao do bar, resolveu ligar a atendente carinhosamente a chamou pelo nome, ela educadamente pediu para chamar, o gerente mas pediu pelo nome, alguns minutos depois ela ouve um alo masculino do outro lado e diz _ olha pensei bem e quero que voce venha aqui em minha casa, vou lhe dar meu endereço e quando sair dai passe por aqui, anote tambem, meu telefone e me ligue quando estiver aqui na porta.
Desligou o telefone, ja tremula, e quase sem ar no peito, nao acreditara que havia feito isso, falado dessa maneira com um homem, ligou a teve e se deitou no sofa, estava anciosa e nao conseguia sequer fechar os olhos, a cada tres minutos olhava para o relogio e pensava que  a hora nao passava. acendeu um, dois, tres, cigarros e as horas nao passavam, quando deu por si, o cinzeiro estava cheio precisava esvazia-lo e tambem pegar outro maço de cigarro. Já estava desistindo de esperar e seu telefone toca, ela atende e escuta do outro lado _ Estou aqui fora. 
Ela abriu a porta anciosa, na sua cabeça passaram mil pensamentos o que vou dizer a ele, e la estava ele de costas para a casa olhando a rua nao estava maos de preto mas de camisa branca, ela imaginou que tivesse trocado de roupas, assim ela desceu até o portao, ele se virou e seu mundo caiu.
Que confusao, aquele nao era o gerente e sim o garçon, e agora como se explicar, o que dizer, o que fazer, educadamente ela o convidou a entrar, e foi explicando tudo oque aconteceu, que na verdade ela estava querendo algo com o gerente e nao com o garçon, a atendente deve ter entendido o nome errado, mas logo tuda a confusao foi desfeita. 
Garçon e gerente tinham  o mesmo nome, e como ele o garçon ja havia falado para a atendende que estava paquerando ela e viu que ele passou a noite toda falando com ela, logo pensou que bela mulher queria falar com o garçon. Enfim a confusao foi desfeita e ela precisou pagar um taxi para leva-lo embora, e passou mais uma noite sozinha.

by choko

O tempo

Não posso esperar
Fico contando as horas, 
passar.
Só por ficar!
Cada momento, precioso demais.
Uma historia para escrever,
alguma coisa pra falar.
O coraçao dizendo, 
que pode ser agora.
E mais uma vez, vou dizendo:
Não posso esperar.
Fico contanto as horas,
esperando  o tempo
passar!
Visualizando a porta se abrir, 
e por ela voce entrar.

by choko

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

DESAFIO

Quando parei pra pensar.
Voce já havia invadido meu coraçao!
Não deu tempo de falar,
mas na hora que a vi,
voce me inspirou, me enchi de paixão!
Foi como acordar,
sem ao menos dormir.
È querer te beijar,
mas  os seus labios, me fugirem.
Quando senti seu olhar,
notei  que ele  assim me
envolveu!
ao escutar sua voz.
Me decidi, fazer voce feliz!
Eu vou fazer,
Eu vou tentar, 
eu quero ser.
O que ninguem jamais será para voce!


by choko

minha

Se pudesse todos os dias lhe daria um beijo de bom dia,
 boa tarde e boa noite!
Se pudesse todas as noites
 lhe faria minha, com carinho com amor e sem pudor,
Se pudesse eu seria seu,
sem respeito, com carater, com muito sabor.
Se nesse momento eu pudesse,
estaria com voce, fazendo amor!!

by choko